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O que é o sistema de suspensão e para que serve

O que é o sistema de suspensão e para que serve

O que é o sistema de suspensão?

O objetivo principal da suspensão é manter o perfeito contato contínuo das rodas com o solo. Segundo estudos, o limite convencional de conforto para uma pessoa é de uma a duas oscilações por segundo, acima desses valores excita o sistema nervoso e, abaixo, pode causar náuseas.

Portanto, a suspensão tem a grande responsabilidade de proporcionar o conforto ao condutor e passageiros, assegurando não apenas a estabilidade e a dirigibilidade, mas também proporcionando a máxima segurança, absorvendo e neutralizando os impactos, oscilações e vibrações que são causados pelas irregularidades do solo ou mesmo em situações que exigem bastante do veículo, como nas grandes freadas, curvas e buracos.

Principais Elementos do Sistema de Suspensão

Pivô

pivô, como já vimos, é conectado na bandeja e possui uma coifa para proteger a esfera da articulação de qualquer sujeira ou material estranho que cause seu desgaste. Observação importante: os pivôs e nenhuma outra parte da suspensão onde trabalham borracha precisam de lubrificação. O pivô, por exemplo, vem com uma bucha e já possui lubrificação suficiente.
De início, o pivô parece ser uma peça simples, mas é um dos componentes vitais para garantir a segurança da suspensão, pois ele é responsável por sustentar o peso da suspensão e em fazer a articulação da roda. Quando essa peça perde sua eficiência começam aparecer ruídos como toc toc, estalos durante as frenagens e arranques ou ao trafegar em vias irregulares, além de provocar desgastes irregulares nos pneus.Também devem-se ser observadas as cifas, pois, em caso de coifas rasgadas o pivô deve ser substituído imediatamente.

Buchas

Mais um elemento do Sistema de Suspensão são as buchas. Geralmente, são elementos de borracha que liga os componentes móveis da suspensão à carroçaria do veículo, permitindo a máxima flexibilidade desses componentes. Sua função é absorver os impactos e eliminar os ruídos do contato entre as peças. Para saber a hora de trocar as buchas deve-se analisar se há folga entre a bucha e a barra estabilizadora, ruídos, trincas ou contaminadas com óleo.

Barra Estabilizadora

barra estabilizadora também compõe o Sistema de Suspensão e está ligada às bandejas por meio das bieletas. A função dessa peça é proporcionar o conforto e muito mais segurança ao condutor, pois ela ajuda a manter a instabilidade do veículo nas curvas. É graças a barra que o veículo fica mais preso ao solo, garantindo que, em uma curva fechada, não haja o risco das rodas se levantarem. As barras devem ser trocadas assim que apresentarem folga, ruídos, borracha danificada ou quebra.

Bieleta

bieleta é uma barra de ligação entre a barra estabilizadora e os amortecedores. Normalmente, é uma haste metálica com duas juntas esféricas protegidas por coifas de borracha em suas extremidades, fixada por pinos esféricos ou através de buchas. Esse componente serve de suporte à barra de direção transmitindo para a barra as forças recebidas pelas inclinações, contribuindo para o seu perfeito funcionamento, mantendo a estabilidade do veículo. Ao surgir problemas na bieleta, aparecem rangidos na suspensão graças aos desgastes na fixação e instabilidade na direção. Deve-se verificar se a haste está torta ou empenada, se a coifa está rasgada e se há folga nas fixações.

Junta Homocinética

Por fim, temos a junta homocinética, que fica com a responsabilidade de transmitir a força do motor até as rodas do veículo, fazendo com que as rodas girem mesmo quando você muda a direção ou passa por buracos e lombadas. A junta é composta por alguns itens que ajudam seu curso de trabalho, como a coifa e as abraçadeiras que fazem sua vedação.
O funcionamento da junta homocinética é bem parecido com os de um rolamento. Sua parte interna é separada da parte externa por uma gaiola, que é sede das esferas do rolamento junto à parte fixa do semieixo que liga as juntas homocinéticas fixa e deslizante. Na gaiola e a parte fixa temos os canais por onde as esferas deslizam permitindo o movimento da parte externa em vários ângulos.
A junta homocinética não pode sofrer esforços excessivos, como, por exemplo, na hora de girar o volante para os lados, deve-se ter o máximo de cuidado, pois, ao esterçar demais a direção ela corre o risco de quebrar e, consequentemente, parar o carro. Outros fatores que implicariam na danificação da peça são os grandes arranques, trancos e o excesso de peso no veículo.
Quando as juntas perdem sua eficiência nota-se uma série de sintomas de que está na hora de trocar, como, por exemplo, a aparição de barulhos de estalos e atritos que podem ser ocasionados pelo excesso de folga.
Os estalos podem ser ouvidos ao realizar manobras girando as rodas até o final ou quando o carro está em movimento, em linha reta, pode-se notar barulhos de atrito metálico. Além desses sintomas, as juntas homocinéticas devem também ser substituídas assim que a sua coifa apresentar furos, que permitem o vazamento de graxa ou quando as abraçadeiras se soltarem.
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