Saiba quando trocar as molas do carro

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As molas são as responsáveis por distribuir o peso do carro ao longo do chassi e também atuam em conjunto com os amortecedores, recebendo e dissipando impactos. Além disso, o seu carro depende da articulação das peças da suspensão para manter o equilíbrio e a integridade de resposta aos seus comandos.

Quando ocorre o desgaste ou danos às molas, é necessário providenciar a sua troca imediatamente, pois a ausência de sua função traz riscos iminentes à direção.

O fato é que muitas pessoas ainda não sabem distinguir os sinais de que as molas precisam ser trocadas. Hoje, vamos te ensinar quando trocar as molas do carro antes que você tenha maiores problemas.

Como funcionam as molas?  

As molas do carro são um componente da suspensão, assim como os amortecedores. Elas sustentam todo o peso que está sobre o veículo, estabilizam o carro e dão a altura ao mesmo.

Diferentemente dos amortecedores, que entram em ação com o movimento do carro, as molas funcionam até mesmo quando ele está parado e desligado. Sua função é resistir ao peso vindo tanto de cima quanto de baixo.

Assim, as molas oferecem resistência em forma de força que empurra de volta a pressão oferecida pelo peso, nivelando o conjunto e equilibrando as partes. Para que isso seja possível, elas devem ser fabricadas em material de qualidade e com os processos corretos.

Na hora de trocar as molas do carro, opte sempre por marcas confiáveis, que passem toda a segurança. Uma mola de má qualidade pode ser fatal se apresentar defeito no meio da estrada, por exemplo.

Como saber quando trocar as molas?  

Para saber a hora de trocar as molas, é necessário observar alguns sinais. Se as molas possuírem falhas na pintura, oxidação ou desgaste visual, é necessário providenciar a troca. A pintura protege contra a oxidação, que compromete totalmente a função do componente.

Se você roda muito em estradas de terra ou terrenos off-road, é possível que a poeira e os pedregulhos que batem nas molas arranquem a pintura. Fique de olho!

Outro sinal de que é necessário providenciar a troca das molas é a perda de altura do carro. As molas sustentam o automóvel a uma determinada altura. Quando ocorre a perda desta altura, isso pode indicar fragilização da resistência das molas.

Também é necessário trocar as molas quando você percebe que a suspensão está raspando em lombadas ou valetas. Isso também indica perda de altura do carro. É algo comum e que muitas pessoas pensam que se trata da habilidade do motorista, mas na verdade não é.

Por fim, fique atento aos elos da suspensão. Se eles estiverem batendo uns nos outros ou até mesmo se tocando com a pressão do peso, é hora de trocar as molas do carro. Os elos da suspensão não devem se tocar. Quando isso ocorre, significa fragilização do componente.

Fique atento a qualquer um dos sinais de que as molas estão sofrendo desgaste ou fragilização. É importante que você procure um especialista assim que notar algo fora do comum.

Se você negligenciar os sinais, os danos podem ser fatais. O dano mais preocupante é a oxidação, que indica um desgaste do material, de forma que esse pode se romper abruptamente, chegando a capotar o carro.

Além disso, as molas desgastadas deixam o carro excessivamente macio, pulando. Também ocorre instabilidade na direção, vibrações excessivas ao passar em lombadas, buracos ou valetas e o desgaste prematuro dos amortecedores e pneus.

Fique atento, seja prevenido e evite problemas maiores.

Como preservar as molas por mais tempo?  

Se você tomar alguns cuidados básicos, é possível preservar a vida útil das molas durante mais tempo. Vamos te ensinar o que fazer.

1 – Primeiramente, certifique-se de checar as molas a cada 20 mil km rodados. As molas são bastante resistentes, mas nunca se sabe quando vão apresentar algum defeito. Além disso, lembre-se de que elas trabalham até mesmo com o carro parado. Portanto, vale a pena verificar com frequência.

2 – Tome cuidado com a distribuição do peso dentro do carro. Isso vale tanto para bagagens quanto para passageiros. Se houver bagagem pesada, esta deve ficar o mais próximo o possível do centro do carro e muito bem fixada, para que não hajam oscilações. Em uma frenagem brusca, por exemplo, o automóvel pode se desgovernar em decorrência da movimentação do peso. Distribua o peso por igual em todos os lados do carro.

3 – Tome cuidado com a direção. O modo como você dirige impacta diretamente na suspensão do carro como um todo. Evite passar por lombadas e valetas em alta velocidade. Se possível, evite ruas muito esburacadas. Caso seja necessário passar por algum lugar muito irregular, como uma estrada de terra, diminua a velocidade consideravelmente.

4 – Além de distribuir corretamente o peso, também é importante não excedê-lo. Ao exceder o peso máximo recomendado, você coloca em risco a segurança de todos que estão a bordo. Tenha o cuidado de verificar se o carro está muito pesado e, se for o caso, faça duas viagens para não arriscar.

Agora você já sabe quando trocar as molas do seu carro. Fique atento: as molas são parte da suspensão e trabalham em conjunto com os amortecedores. Se um deles apresenta problemas, certifique-se de verificar o outro.

Jamais deixe para depois ou negligencie sinais de desgaste nas molas ou nos amortecedores. Isso pode ser fatal no meio da estrada.

Por fim, o famoso “teste do empurrãozinho” não é uma forma segura de verificar as condições da suspensão. Somente o especialista poderá dar o diagnóstico completo e preciso. Testes caseiros são genéricos e podem auxiliar na decisão de levar o carro ao mecânico caso seja verificada alguma anormalidade, mas jamais devem substituir os procedimentos dos profissionais.

Quando for necessário trocar as molas do carro, faça isso o quanto antes e evite grandes problemas para os ocupantes do veículo.

Você já leu nosso artigo sobre a importância da manutenção preventiva? Ele vai te ajudar a entender que o ditado popular, “é melhor prevenir do que remediar”, faz todo o sentido. Leia AQUI

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